Há encontros que Deus costura em silêncio, naqueles bastidores que a gente nem percebe. E mesmo quando o tempo dobra esquinas e as rotas mudam, tem laços que não se rompem — só ficam ali, guardados, esperando o momento certo de respirar de novo. Com ela foi assim. Uma amizade que não nasceu de barulho, mas de pequenas coisas: piadas que salvavam dias ruins, conversas sobre música, aquelas angústias que só quem compartilha vocação entende.
Era companhia leve… daquela que te acompanha até nos lugares onde ninguém mais iria. Inclusive naqueles meus retiros estranhos: sentar num banco, literalmente na lua, olhando a Terra lá embaixo girando como se nada pudesse encostar no silêncio.
E quando a vida pediu distância, eu respeitei. Porque tem amores que são amizade, tem lealdades que são fé, e família sempre vem primeiro. Mas, no fundo, a gente sente falta. Não daquela presença constante, mas daquele tipo raro de pessoa que faz o mundo ficar mais compreensível — alguém que lembra que o silêncio também é casa.
Ontem a gente conversou de novo como antes. E foi curioso… parecia que o tempo não tinha passado. Não era nostalgia; era paz. Um reencontro simples, limpo, como se Deus tivesse segurado essa amizade pelas pontas para ela não se desfazer. Tem laços assim: não exigem, não cobram, não pressionam. Só permanecem.
E quando voltam, não voltam por saudade, mas por graça — aquela graça mansa que mantém tudo saudável, sincero, no lugar certo. E eu fiquei feliz. De um jeito bonito. Como quem reencontra um pedaço quieto de si mesmo que tinha ficado guardado em alguém.
E quando a vida pediu distância, eu respeitei. Porque tem amores que são amizade, tem lealdades que são fé, e família sempre vem primeiro. Mas, no fundo, a gente sente falta. Não daquela presença constante, mas daquele tipo raro de pessoa que faz o mundo ficar mais compreensível — alguém que lembra que o silêncio também é casa.
Ontem a gente conversou de novo como antes. E foi curioso… parecia que o tempo não tinha passado. Não era nostalgia; era paz. Um reencontro simples, limpo, como se Deus tivesse segurado essa amizade pelas pontas para ela não se desfazer. Tem laços assim: não exigem, não cobram, não pressionam. Só permanecem.
E quando voltam, não voltam por saudade, mas por graça — aquela graça mansa que mantém tudo saudável, sincero, no lugar certo. E eu fiquei feliz. De um jeito bonito. Como quem reencontra um pedaço quieto de si mesmo que tinha ficado guardado em alguém.

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