Eu ouvi um trem de carga por todo o caminho
Eu ouvi uma mulher cantar Amazing Grace
Eu ouvi uma ave noturna chamando seu companheiro...
...quando eu ouvi você sussurrar o meu nome
Eu ouvi a liberdade quebrar suas correntes
Eu ouvi uma batida do coração uma vez que não havia mais som
Eu ouvi os anjos subirem e louvarem...
...quando eu ouvi você sussurrar o meu nome
Eu ouvi a música trazer um coração de pedra às lágrimas
Eu ouvi a paz como um hino ao longo dos anos
E ouvi o ódio cair pela graça...
...quando eu ouvi você sussurrar o meu nome
Batendo suavemente contra as ondas
Caiu o som de uma chuva, de manhã cedo
E embora o relâmpago e o trovão tivessem vindo...
...eu ainda ouvi você sussurrar o meu nome
Hello darkness, my old friend, I've come to talk with you again, Because a vision softly creeping, Left its seeds while I was sleeping, And the vision that was planted in my brain Still remains Within the sound of silence.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
O orgulho....
Definido como um sentimento elevado de dignidade pessoal, entre várias
outras explicações, o orgulho está sutilmente entre as piores qualidades
do ser humano, principalmente quando em demasia.
Embora seja de fato ruim, ainda tem gente que acredita ser uma coisa boa, só não sabem explicar o porque. "Eu tenho o meu orgulho"; "Tenho um nome a zelar"; "Tenho uma reputação"; É o melhor que podem explicar?
O ruim, não é o fato de terem essa característica em sua personalidade, mas sim o fato de aceitar viver com isso, mesmo que este seja o motivo que afastar todos a sua volta.
O orgulho, moderadamente e reconhecido, pode com toda a razão ser bem canalizado tornando-se mais aparente em momentos de satisfação pessoal. Quem pode culpar a pessoa que trabalhou duro para ser reconhecido e se sentir orgulhoso com isso?
O problema é conseguir moderar esse tipo de sentimento.
Mesmo tornando-se comum ter pessoas orgulhosas em nossa convivência, difícil mesmo é lidar com quem não quer moderar e nem admitir ser exagerado. Tanto orgulho chega a cegar, a ponto de fazer com que não perceba o mal que faz a si mesmo "usando" o orgulho de forma tão demasiada, acaba prejudicando também aos outros.
O orgulho impede de reconhecemos nossos erros, de pedir perdão a quem amamos. Faz sofrer aos outros, e principalmente a nós mesmos. O orgulho é o sentimento que faz as pessoas matarem umas às outras assistindo a uma partida de futebol. Leva a pessoas a desistirem da própria vida ao sofrer uma decepção, uma situação constrangedora. Separa casais por motivos banais.
O orgulho não só nega o ato de perdoar, como também não aceita o perdão dos que nos magoaram. Faz com que nossa mente seja transformada a ponto de preferirmos viver com aquela mágoa, ao aceitar o perdão e prosseguir a vida.
É o que leva um homem a agredir uma mulher ou uma criança; um político ser bandido e ainda querer continuar no poder; uma pessoa recusr-ser a pedir desculpas.
Já dizia William Shakespeare "Quem é orgulhoso a si próprio devora."
Até mesmo o ódio é reversível.
Pois odio não condiz com bem estar, se torna insuportável a longo prazo
Mas o Orgulho, tem a finalidade única de destruir a nós mesmos no final por se esconder atrás de conceitos "bons", que somente orgulhosos acreditam existir.
Afinal, não se pode lutar contra algo que não acredito me fazer mal.
"O orgulho é o caminho do erro" (Antero de Figueiredo).,
Embora seja de fato ruim, ainda tem gente que acredita ser uma coisa boa, só não sabem explicar o porque. "Eu tenho o meu orgulho"; "Tenho um nome a zelar"; "Tenho uma reputação"; É o melhor que podem explicar?
O ruim, não é o fato de terem essa característica em sua personalidade, mas sim o fato de aceitar viver com isso, mesmo que este seja o motivo que afastar todos a sua volta.
O orgulho, moderadamente e reconhecido, pode com toda a razão ser bem canalizado tornando-se mais aparente em momentos de satisfação pessoal. Quem pode culpar a pessoa que trabalhou duro para ser reconhecido e se sentir orgulhoso com isso?
O problema é conseguir moderar esse tipo de sentimento.
Mesmo tornando-se comum ter pessoas orgulhosas em nossa convivência, difícil mesmo é lidar com quem não quer moderar e nem admitir ser exagerado. Tanto orgulho chega a cegar, a ponto de fazer com que não perceba o mal que faz a si mesmo "usando" o orgulho de forma tão demasiada, acaba prejudicando também aos outros.
O orgulho impede de reconhecemos nossos erros, de pedir perdão a quem amamos. Faz sofrer aos outros, e principalmente a nós mesmos. O orgulho é o sentimento que faz as pessoas matarem umas às outras assistindo a uma partida de futebol. Leva a pessoas a desistirem da própria vida ao sofrer uma decepção, uma situação constrangedora. Separa casais por motivos banais.
O orgulho não só nega o ato de perdoar, como também não aceita o perdão dos que nos magoaram. Faz com que nossa mente seja transformada a ponto de preferirmos viver com aquela mágoa, ao aceitar o perdão e prosseguir a vida.
É o que leva um homem a agredir uma mulher ou uma criança; um político ser bandido e ainda querer continuar no poder; uma pessoa recusr-ser a pedir desculpas.
Já dizia William Shakespeare "Quem é orgulhoso a si próprio devora."
Até mesmo o ódio é reversível.
Pois odio não condiz com bem estar, se torna insuportável a longo prazo
Mas o Orgulho, tem a finalidade única de destruir a nós mesmos no final por se esconder atrás de conceitos "bons", que somente orgulhosos acreditam existir.
Afinal, não se pode lutar contra algo que não acredito me fazer mal.
"O orgulho é o caminho do erro" (Antero de Figueiredo).,
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
(:
finalmente encontrei algo para acompanhar meus dias...
https://www.youtube.com/watch?v=4pWz5007HxM&list=FLk58NmrkkRy43UDOX2-jtRg&index=2
https://www.youtube.com/watch?v=4pWz5007HxM&list=FLk58NmrkkRy43UDOX2-jtRg&index=2
reflexão...[4]
...as vezes não basta gritar por socorro, clamar por ajuda...se o outro não esta disposto a estender a mão =\...
reflexa...[3]
...a pessoa não concorda que você seja um lixo e não tenha valor algum... mas te trata como um e lhe "valoriza" como um.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
reflexões [2]...
Não passam as dores, também não passam as alegrias. Tudo o que nos fez feliz ou infeliz serve pra montar o quebra-cabeça da nossa vida, um quebra-cabeça de cem mil peças. Aquela noite que você não conseguiu parar de chorar, aquele dia que você ficou caminhando sem saber para onde ir, aquele beijo cinematográfico que você recebeu, aquela visita surpresa que ela lhe fez, o parto do seu filho, a bronca do seu pai, a demissão injusta, o acidente que lhe deixou cicatrizes, tudo isso vai, aos pouquinhos, formando quem você é. Não há nenhuma peça que não se encaixe. Todas são aproveitáveis. Como são muitas, você pode esquecer de algumas, e a isso chamamos de "passou". Não passou. Está lá dentro, meio perdida, mas quando você menos esperar, ela será necessária para você completar o jogo e se enxergar por inteiro.
reflexões...
Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
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