quarta-feira, 27 de julho de 2011

As vezes...

A vida é assim...
Às vezes nada acontece como nós queremos como nós desejamos
Às vezes esperamos algo... Mas nunca vem
Às vezes amamos alguém
Às vezes alguém nos ama
Mas não somos correspondidos e não correspondemos à altura
Às vezes temos a oportunidade de sermos felizes, mas não conseguimos
Às vezes a felicidade esta onde nós menos esperamos
Às vezes está em nossa frente diante dos nossos olhos
Mas por algum motivo não conseguimos enxergar
Quando conseguimos enxergar, já é tarde...
Perdemos a oportunidade que não teremos mais
Às vezes sentimos culpados por não termos enxergado o que esta diante de nossos olhos
Às vezes não nos perdoamos
Por medo
Por não ter tentado
Por não ter acreditado
Por não ter dado uma chance
E acabamos perdendo o que poderia ser a felicidade...
Às vezes olhamos para trás e sentimos que poderíamos ter arriscado
E mesmo com o medo
Ter tentado
Ter acreditado
Ter dado uma chance
Às vezes temos que arriscar para não cometer-mos os mesmos erros do passado
Às vezes temos que olhar a nossa volta
Procurar o que nos faz feliz, o que nos deixa feliz
O que nos faz bem, o que nos faz sentir bem
Aproveitar as oportunidades

A vida é assim...


150 dias sem você...

domingo, 24 de julho de 2011

E o tempo passou...

Como o tempo passou...
Todos os problemas que tivemos
E todas aqueles dias que passamos acordados gaswtando nossas poucas horas de sono...
Será que tudo isso foi em vão
Todas as "promessas" que fizemos
Uma à uma elas desaparecem do mesmo jeito...

De todas as coisas que eu ainda lembro...
O verão nunca mais vai parecer o mesmo
Os dias passam e o tempo parece voar
Mas as memórias permanecem
No meio de Janeiro
Nós ainda "brincávamos na chuva"
Nada mais a perder além de tudo que ganhamos...
[...]
Sabe...refletindo agora sobre como as coisas poderiam ter sido...
Valeu a pena no final [...]

Agora tudo "parece tão claro"
Não sobrou nada à temer.
...Então nós fizemos nosso caminho encontrando o que era "real"
[...] Agora os dias são tão longos
Que o verão está passando
*Por fim nós alcançamos alguma coisa que já se foi*
...

Nós sabíamos que um de nós teria que "deixar essa cidade"
Mas nós nunca sabíamos quando mas sabiamos como...
Nós terminaríamos aqui da maneira que somos!
Sim...eu nunca soube de nada...[...]

"Sabe, as vezes agente escuta de umas pessoas que nós estamos deixando para escanteio o amor próprio mas a verdade é que quem procura amar demais a si próprio acaba por esquecer de dividir esse amor com aqueles que também o merecem..."


Menegucci C. R.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

...

Vou deixar com "vocês" uma história apenas para ressaltar um pouco valores de uma amizade verdadeira...e em homenagem a uma amiga que a anos me atura, me ajuda, fica ao meu lado em qualquer situação e que se fosse preciso faria por mim o mesmo que o garotinho da história fez...para vocês e em especial para ti minha amiga e irmã!

O VALOR DA AMIZADE

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários
foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram
morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma
menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar
ajuda por uma rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da
Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos
traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas
como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía
o sangue preciso. Reuniram então as crianças e entre gesticulações,
arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que
precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio
sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino
chamado Heng. Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e
espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar
fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou
o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo
e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era
evidente que alguma coisas estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O
médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com
Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e
explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos: "Ele pensou que ia morrer; não
tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter
que dar todo o seu sangue para a menina não morrer."
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- "Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?"
E o menino respondeu simplesmente:
- "Ela é minha amiga."