quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Ø

Ontem eu morri, o amanhã está sangrando
Caido em sua luz solar.
O futuro está aberto além do inimaginável
Para saber porque a esperança morre
Perdendo o que foi encontrando, um mundo tão vazio
Suspenso em um compromisso
O silêncio desse som é cedo pra seguir
De algum forma, o sol se foi

E encontrando resposta é esquecendo
Todas as perguntas que chamamos de 'casa'
Passando as sepulturas do desconhecido

A razão encobre meus olhos, com o esplendo desvencilhando-se
Ilusões da luz do sol
Um reflexo de uma mentira me manterá esperando
Com amor acabado a tanto tempo

E esse fim do dia é a prova do tempo matando toda a fé que eu conheço
Sabendo que a fé é tudo que eu tenho

E eu perdi quem eu sou, e eu não posso entender
Porque meu coração está tão quebrado, rejeitando seu amor
Sem, amor que não deu certo; palavras sem vida continuando
Mas eu sei, tudo que eu sei, é que o fim começando

Quem eu sou desde o começo, me leve pra casa pro meu coração
Me deixe ir e eu vou correr, eu não vou ser omisso
Todo esse tempo perdido em vão; anos desperdiçados, ganhos desperdiçados.
Tudo está perdido, mas a esperança continua e essa guerra não acabou.

Há uma luz, há um sol pegando todos esses "destruidos"
Para o lugar onde nós pertencemos...

Inocência

Eu acordei hoje
Dentro de um trem de sonhos
A chuva cai em preto e branco
Fiquei e encarei
O resto do que sobrou
Meu próprio mundo desmoronando

Eu contive minhas lágrimas
Um dia vem depois do outro

A chuva caindo
Acariciou minha pele novamente
Deixe-a cair para lavar
O tempo que passou
Um sentimento a tempo negado
Meu coração não está mais atado a dor

E agora está claro
Um dia leva a outro
Eu seco minhas lágrimas
Existe muito mais para descobrir em
Outro lugar...

Eu ouço o som
De milhares de vozes
Eu perdi minha inocência
Eu estou no meu caminho
Através do deserto
Para resgatar o que eu enviei
Fora do meu coração e caminho

Agora está claro
Um dia leva a outro
Nós enfrentaremos nossos medos
E iremos achar o caminho para nos encontrarmos



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

nada mais...




"His memory is as dear today, as in the hour he passed away"

.

No matter how firm your lies may be, they cannot escape the eyes of God
Before dawn, your heart is being dragged further away.
As the clouds are able to blind our eyes in an instant, so do human hearts change.
Bitterness have been accumulated since long before, and is bound to keep coming...

...



Bem... afastar-se de alguém quando se ama é doloroso e uma tarefa árdua para o coração que pede mais e pede presença constante de quem se ama. Mas, muitas vezes, o afastar-se é também um ato de amor e cuidado ao outro e pelo outro. Não entendemos, a princípio, esses afastamentos, porque sofremos a dor da perda ou da falta que o outro nos faz. Mas amar é presença na ausência, é sentir o outro sem tê-lo, é ouvi-lo no silêncio da solidão e ter a certeza que você também se fez e faz presente apenas por existir. Porque quando amamos não nos tornamos passado, nos fazemos presente para sempre na vida do outro.
Talvez a relação venha a ressurgir, regenerar-se e, muitas vezes, se fazer uma nova história. Como disse a escritora Anne M. Lindbergh: 
“A segurança num relacionamento não está em olhar com nostalgia o passado, nem antecipar, com medo o futuro. A única segurança num relacionamento é vivê-lo no presente e aceitá-lo como está neste momento”.
Permita-se compreender a si e ao outro e tenha a felicidade como um caminho a ser percorrido e não um fim e uma espera da chegada...




desculpem por nunca ter títulos minhas postagens, mas é que não sou tão criativo assim e é um tanto complicado condensar tanto conteúdo em poucas palavras...