sábado, 8 de janeiro de 2011

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Sinto uma angústia apertando-me o peito, a garganta...
Lágrimas vertem de meus olhos sem que eu as queira!
Escalas do imponderável?
Ah... com que profundidade de sentimentos falas isso.
Não quero saber de escalas imponderáveis!
Não alcanço sua compreensão,
abençoada, alma abnegada querendo justificar
e perdoar a quem, ao quê?
Alieno-me a conformismo!
Quero sentir você, respirar você,
viver você, em você!
Sinto falta do seu olhar, por não sentir-lhe
olhando-me dentro dos olhos, através de prismas coloridos...
e ver neles o brilho do amor, maior que o de mil estrelas!
Quisera jamais sentir a ausência da luz, que à distância
torna-se a triste união do branco... e preto!
Sinto nossos corpos unidos se beijando,
sem nunca lhe ter tocado,
nunca ter sentido sua carne junto a minha!
O pensamento cansa de pensar, o desejo de desejar!
Só quem não cansa é o pobre coração, que sempre ama!
Você de mim nada roubou, apenas me roubou... e não me levou.
Alma também ama, deseja, não é só o corpo não, sabia?
Eu sei o que é amor... amor é o que sinto por você!
Quem sabe um dia, de uma constelação infinita,
caia uma estrela em suas mãos... e a leve com você!!!???

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