quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Culpa...

Um silêncio perpétuo emerge do reino dos horrores para libertar os mil fantasmas,
que atormentam a minha mente.
O choro dos bebes,
o som das balas que actuam como a Morte,
o grito das mulheres por terem de deixar a familia,
o estrondo dos prédios a sucumbirem,
o grito de fúria dos bombardeamentos e
a rendição dos heroís que combatem na guerra.

E também vejo os fantasmas,
das pessoas que assassinei a sangue frio, em ocasionais aparições de desespero que os pesadelos me concedem.

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