Bem... afastar-se
de alguém quando se ama é doloroso e uma tarefa árdua para o coração que pede
mais e pede presença constante de quem se ama. Mas, muitas vezes, o afastar-se
é também um ato de amor e cuidado ao outro e pelo outro. Não entendemos, a
princípio, esses afastamentos, porque sofremos a dor da perda ou da falta que o
outro nos faz. Mas amar é presença na ausência, é sentir o outro sem tê-lo, é
ouvi-lo no silêncio da solidão e ter a certeza que você também se fez e faz
presente apenas por existir. Porque quando amamos não nos tornamos passado, nos
fazemos presente para sempre na vida do outro.
Talvez a
relação venha a ressurgir, regenerar-se e, muitas vezes, se fazer uma nova
história. Como disse a escritora Anne M. Lindbergh:
“A
segurança num relacionamento não está em olhar com nostalgia o passado, nem
antecipar, com medo o futuro. A única segurança num relacionamento é vivê-lo no
presente e aceitá-lo como está neste momento”.
Permita-se
compreender a si e ao outro e tenha a felicidade como um caminho a ser
percorrido e não um fim e uma espera da chegada...
desculpem por nunca ter títulos minhas postagens, mas é que não sou tão criativo assim e é um tanto complicado condensar tanto conteúdo em poucas palavras...
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